12/23/2010 | | 0 Comments
12/20/2010 | | 0 Comments
A senti em minhas mãos
Por segundos parecia real
E sem nenhuma razão
Uma sensação sem igual
Necessitada só de um sopro
Contido de algo eficaz
Mas de tão frágil
Como açúcar se desfaz
E desliza entre meus dedos
Ate não sobrar nada
E ai voltam todos os meus medos
Exposto de novo a realidade embaçada
Não há nenhum concerto
E aqui estou estático
Tenho que aceitar, silenciado
Só resta observar, apático
Perguntado de erros
Procuro continuar
Ainda há outros jeitos
A tentar recriar
12/20/2010 | | 0 Comments
Fiquei.
Até o sol nascer mais uma vez
Desgastado dessa infâmia
Mas não descomposto de vontade
Aspirando achar soluções inúteis
Não ausentar-se, no sono
Onde neste venho não mais a sonhar
Entrar em subs vivenciais
Venho agora a acordar dentro de uma realidade
Onde todas minhas crenças são
exponenciais da verdade
Porque lá fora, é frio
E pode ventar ao pico de caos
Que nenhuma árvore, nenhum galho
Irá balançar
12/18/2010 | | 0 Comments
Hyppos
12/15/2010 | | 0 Comments
12/12/2010 | | 0 Comments
12/11/2010 | | 0 Comments
Ponto central- última parada
12/10/2010 | | 0 Comments
Um ciclo fechado, que não existe

12/05/2010 | | 0 Comments







