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Go GO men! o mundo não pode esperar!






enquanto vivo, invencível, aqui, silenciosamente dando os meus frustrantes suspiros, imerso na luta interior de me fortalecer, como uma metamorfose, prestes a sair do casulo, para de novo, um dia, ao campo de batalha poder voltar, reconstruindo agora, meu próprio eu com a falange necessária para vencer, erro seu meu caro, mostrastes tua face, e ela é feia e fétida, cai, pois não estava preparado, e vendo o que teria que enfrentar, a vantagem é minha agora.


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Meus inimigos em confronto constante
Eu sinto meu peito queimar
Não sei se sou quem cria esse fogo
Pelo ódio ou pela vingança
Ou são eles os culpados diretos
São chamas insanas, criadas ao léu
Mas deixa queimar, deixa
Esses confrontos são como forjas
E quem não for feito de material nobre
Se derreterá, sucumbirá ao fim
Mas quem como eu
Usará eu seu benefício
E será forjado, lapidado
E quanto mais calor, mais duro fica
E todas as tentativas inúteis
E todo o fogo da maldade
Será convertido em um eu mais forte
Que rir com ironia
Da inocente força que me atinge
Pobres dos que se esgotem
Em prestigio disto
Perderão...



Zonzo, querendo descobrir-me evitar estranhos golpes
silenciosos, dos vezes. Perante vários juízes sendo analisando
e estudado para ordenar seus status.
Ainda lutei contra todos os guerreiros que possível da tribo eusaI
mantendo forte os alicerces com amor que da minha mais pura
e intocável fragmentação de mim.
Em um duelo constante disputa do mais digno
enquanto isso soldados morrendo
e as mais partes importantes flutuando
sem serem perceptíveis a olho nu
sempre estarão acima de nós, nos comandando
e nós cegos pelo sangue inimigo coagulado nos olhos.


A senti em minhas mãos

Por segundos parecia real

E sem nenhuma razão

Uma sensação sem igual

Necessitada só de um sopro

Contido de algo eficaz

Mas de tão frágil

Como açúcar se desfaz

E desliza entre meus dedos

Ate não sobrar nada

E ai voltam todos os meus medos

Exposto de novo a realidade embaçada

Não há nenhum concerto

E aqui estou estático

Tenho que aceitar, silenciado

Só resta observar, apático

Perguntado de erros

Procuro continuar

Ainda há outros jeitos

A tentar recriar


Fiquei.

Até o sol nascer mais uma vez

Desgastado dessa infâmia

Mas não descomposto de vontade

Aspirando achar soluções inúteis

Não ausentar-se, no sono

Onde neste venho não mais a sonhar

Entrar em subs vivenciais

Venho agora a acordar dentro de uma realidade

Onde todas minhas crenças são

exponenciais da verdade

Porque lá fora, é frio

E pode ventar ao pico de caos

Que nenhuma árvore, nenhum galho

Irá balançar

Hyppos





Em campinas algentes percorre em fulminante
Em seus tracejos galhardos e solitário
Nos tempos de fartura forneça-me equilíbrio
Que os males não assumam a mim o seu fulgor vicioso
Nos tempos de taça vazia forneça-me força
Que o desespero não me atrai a caminhos fragosos
Nestes carmes venhamos murmurar a teus ouvidos
Que como um bravo cavalo impetro
Em recepção aos golpes da chibata
Sua resposta é endurecer, e correr, mais!
Ao sorver toxina, de mendaces, o qual mortal seja
Mesmo que caia do acerbo e ainda faças dozes contínuas
Sem nenhum esforço
Pois da sua alma vem seu mais natural bordejar
Em reposta, fabrica a cura.



Está cada vez mais perto, uma espera infinita, cansativa que de tanta espera a desistência é altamente convidativa, mas como nada além dessa provável liberdade pode me satisfazer, eu eu não tenho outra escolha a não ser, esperar mais.

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