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Meus inimigos em confronto constante
Eu sinto meu peito queimar
Não sei se sou quem cria esse fogo
Pelo ódio ou pela vingança
Ou são eles os culpados diretos
São chamas insanas, criadas ao léu
Mas deixa queimar, deixa
Esses confrontos são como forjas
E quem não for feito de material nobre
Se derreterá, sucumbirá ao fim
Mas quem como eu
Usará eu seu benefício
E será forjado, lapidado
E quanto mais calor, mais duro fica
E todas as tentativas inúteis
E todo o fogo da maldade
Será convertido em um eu mais forte
Que rir com ironia
Da inocente força que me atinge
Pobres dos que se esgotem
Em prestigio disto
Perderão...
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